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Jan 29 2018, 02:19 PM
[dohtml]<link href='http://fonts.googleapis.com/css?family=Oswald|Francois+One|Roboto

+Condensed' rel='stylesheet' type='text/css'><center><div style="width: 540px; padding:

0px; background-image: url(); border: 25px #1d1a1b solid">

<div style="width:500px; background-color: #0f0d0e; padding: 20px">

<div style="height: 20px;"></div><div style="width: 490px; font-family: garamond; font-size: 14px; text-align: justify;">
<img align="left" src="https://i.imgur.com/w63hE1z.jpg"/>

<b><span style="font-size:26pt;font-family: Edwardian Script ITC;line-height:100%">Dados do Personagem</b></span>

<p>
<ul>Nome: Eolos
<br>Idade: 16
<br>Raça: Humano
<br>Sexo: Masculino
<br>Nacionalidade: Grécia
<br>Ordem: Cavaleiro de Atena
<br>Ranque: Beta
<br>Armadura: Lagarto - tier 2
</ul>

<p><br><b><span style="font-size:26pt;font-family: Edwardian Script ITC;line-height:100%">Aparência</b></span>

<p>
<ul>Cabelo loiro nem curto, nem longo, um pouco bagunçado. Olhos escuros, castanhos beirando o puro negro. Pele clara, mas temperada pelo sol da Grécia. Corpo esguio, mas atlético em decorrência dos treinamentos severos. Rapazote comum, carente de traços distintos.

</ul>

<p><br><b><span style="font-size:26pt;font-family: Edwardian Script ITC;line-height:100%">Personalidade</b></span>

<p>
<ul>Amável por natureza, costuma preocupar-se com o próximo e evitar conflitos o máximo possível, mas não raro pode encrespar com alguém só por não ir com a cara do sujeito. Não há o que fazer, é do tipo que segue seus instintos. Embora se importe em viver, o que, resumidamente, quer dizer comer bem e dormir melhor ainda, não faz caso da vida. Por outro lado, em virtude de seu treinamento, fez-se necessário que desenvolvesse outras facetas contrárias à sua própria natureza, gerando um conflito interno que hora ou outra bagunça sua cabeça e descamba em comportamentos atípicos. Curte fumar.
</ul>

<p><br><b><span style="font-size:26pt;font-family: Edwardian Script ITC;line-height:100%">Status Vitais</b></span>

<p>
<ul><span style="font-size:22pt;font-family: Edwardian Script ITC;line-height:100%">Vida:</b></span> 100%

<p><span style="font-size:22pt;font-family: Edwardian Script ITC;line-height:100%">Cosmo:</b></span> 108 %

</ul>

<p><br><b><span style="font-size:26pt;font-family: Edwardian Script ITC;line-height:100%">Status Cósmicos</b></span>

<p>
<ul>Sentidos Dominados: 1º ao 6º
<br>Velocidade Padrão: Hipersônica (10.000 km/h ou 20 m/s em combate)
<br>Potencial de Carga & Impacto: 20 toneladas
<br>Potencial Explosivo: 5 quilotons em até 20m de raio

<p>Evolução: As evoluções do cosmo/sentidos devem ser registradas aqui pela Staff.
</ul>

<p><br><b><span style="font-size:26pt;font-family: Edwardian Script ITC;line-height:100%">Faculdades</b></span>

<p>
<ul>Conhecimento: A
<br>Constituição: C
<br>Destreza: B
<br>Energia: C
<br>Habilidade: B
<br>Mentalidade: B
</ul>

<p><br><b><span style="font-size:26pt;font-family: Edwardian Script ITC;line-height:100%">Armadura</b></span>

<p>
<ul>Nome: Lagarto
<br>Tier: T2
<br>Vitalidade: 100 %
<br>Divisão de Dano: 33%
<br>Dureza: Absorve 10% Vitalidade de Dano

<p>Característica Especial: <p>
<ul><li><b>Camuflagem:</b> A armadura de Lagarto possui uma camada especial de nanocristais derivados do Oricalco que pode ser dispersada como um pó por todo o corpo de seu portador. Essa rede de cristais atua como uma segunda pele para o usuário. Quando essas pequeninas estruturas se modificam, alterando o espaçamento entre si, afetam os comprimentos de onda de luz refletidos e absorvidos, fornecendo uma camuflagem perfeita ao ambiente em que estão inseridas. A camuflagem, comum entre os lagartos, encontra no camaleão seu espécime mais notável. A princípio, a armadura de prata desenvolveu essa capacidade como um mecanismo de defesa, mas acabou se tornando uma ferramenta bastante adequada para o Sicário.</li></ul>
</ul>

<p><br><b><span style="font-size:26pt;font-family: Edwardian Script ITC;line-height:100%">Técnicas Especiais</b></span>

<p>
<p><br><span style="font-size:18pt;font-family: Curlz MT;line-height:100%">I.</b></span>

<ul>
Nome: Turbilhão de Mármore
<br>Tipo: Ofensiva
<br>Gasto: Alto
<br>Descrição: Eolos eleva seu cosmo fazendo-o girar com o ar ao redor criando um ciclone para atacar seus inimigos. O turbilhão é uma massa de vento e cosmo-energia giratória grande o suficiente para engolir o adversário, agindo como um tubo através do qual Eolos injeta uma forte rajada de energia. Uma vez que tenha abocanhado o oponente, este sofrerá com os danos 1) provenientes dos violentos deslocamentos de ar, 2) do choque entre seu corpo e tudo o que os ventos carregam consigo, como detritos e descargas de cosmo, 3) do raio que viaja pelo interior do turbilhão, 4) até o dano final de impacto em decorrência de ser arremessado pela dispersão dos ventos.<p>
Alcance máximo de 40m em linha reta; alvo único; soma final de dano acumulado mensurável pelo Narrador.

</ul>

<p><br><span style="font-size:18pt;font-family: Curlz MT;line-height:100%">II.</b></span>

<ul>
Nome: Baluarte de Vento
<br>Tipo: Defensiva
<br>Gasto: Alto
<br>Descrição: Eolos cria uma massa de vento que sopra para frente continuamente como a turbina de um avião a fim de repelir ataques lançados contra si. A parede de vento pode ser criada em qualquer ponto dentro da área de ação do cavaleiro (60m) e pode chegar a medir cerca de 3m². A possibilidade de devolver um ataque inimigo fica ao encargo do Narrador.<p>
Alcance máximo de 40m².

</ul>

<p><br><span style="font-size:18pt;font-family: Curlz MT;line-height:100%">III.</b></span>

<ul>
Nome: Balão Surpresa
<br>Tipo: Ofensiva
<br>Gasto: Médio
<br>Descrição: Eolos arqueia sua mão para criar uma esfera de vento do tamanho de uma bola de basquete. A esfera é formada por uma concentração de ar que se movimenta constantemente em sentido rotatório. Em seu interior existem outras inúmeras e pequeninas esferas de cosmo condensado. Quando arremessada pode arrebentar em virtude do choque contra seu alvo ou outro objeto, ou a qualquer momento pela vontade de Eolos. Enquanto a força da explosão gera uma violenta onda de choque, também projeta as esferas de cosmo condensado em alta velocidade a fim de causar danos perfurantes como uma rajada de metralhadora. Eolos também pode alterar a trajetória da esfera através da manipulação do vento.<p>
Alcance máximo de 30m em linha reta.

</ul>

<p><br><span style="font-size:18pt;font-family: Curlz MT;line-height:100%">IV.</b></span>

<ul>
Nome: Devorador Tácito
<br>Tipo: Ofensiva.
<br>Gasto: Médio
<br>Descrição: Eolos queima seu cosmo e utiliza uma combinação de <b>Cosmo Pestilento</b> com <b>Domínio do Vento</b> para espalhar pelo ambiente uma grande quantidade de <u><i>bactérias famélicas</i></u> invisíveis a olho nu que viajam até o oponente através da manipulação das correntes de ar. Indistintas aos olhos, as bactérias se aglomeram em torno do adversário alimentando-se de sua cosmo-energia, enfraquecendo-o aos poucos. Como são microscópicas, a atividade cósmica aparenta ser irrisória, de modo que a interação antes descrita pode durar por alguns turnos. Quando as bactérias ultrapassam seu limite máximo de absorção (ou quando Eolos deseja), a cosmo-energia retida extravasa numa reação em cadeia que gera uma poderosa explosão.<p>
O máximo é de 3 turnos cumulativos. O custo de manutenção das bactérias por turno é <b>Baixo</b>. A explosão se torna mais destrutiva a cada turno acumulado. Grandes manifestações cósmicas por parte do oponente podem acelerar o processo (<i>a encargo do Narrador</i>).<p>
No caso de grande diferença de rank e/ou variáveis de campo, a queima de cosmo inimiga pode resultar na destruição das bactérias, ficando ao encargo da narração.<p>
Alcance máximo de 30m²; eficiência decai consoante a quantidade de alvos.

</ul>

<p><br><span style="font-size:18pt;font-family: Curlz MT;line-height:100%">V.</b></span>

<ul>
Nome: Ventos de Tormenta
<br>Tipo: Ofensiva
<br>Gasto: Médio
<br>Descrição: Eolos eleva seu cosmo para lançar contra seu oponente rajadas de vento que se comprimem como lâminas afiadas, quase como se garras gigantes invisíveis rasgassem o alvo à distância. A técnica é marcada por um tufão carregado de lâminas de vento que súbito irrompe contra o adversário. Esses ventos transportam as <u><i>bactérias sépticas</i></u> (vide <b>Cosmo Pestilento</b>), que, tais como aquelas presentes na boca do maior lagarto da Terra, o dragão-de-komodo, intentam infectar a vítima para enfraquecê-la gradualmente. A resposta do sistema imunológico à infecção, em vez de ajudá-lo, o prejudica, pois desencadeia todos aqueles sintomas indicados na habilidade supracitada, quais sejam: febre alta (hipertermia), pele quente e ruborizada, elevada frequência cardíaca, hiperventilação, estado mental alterado, inchaço (edema) e queda da pressão sanguínea (hipotensão).<p>
Caso a infecção ocorra, os sintomas evoluirão progressivamente, ficando os danos mensurados pelo Narrador.<p>
Alcance máximo de 30m em linha reta; alvo único.

</ul>


<p><br><b><span style="font-size:26pt;font-family: Edwardian Script ITC;line-height:100%">Habilidades</b></span>

<p>
<p><br><span style="font-size:18pt;font-family: Curlz MT;line-height:100%">I.</b></span>

<p><ul>
Nome: Sangue-frio
<br>Tipo: Outro
<br>Gasto: Baixo
<br>Descrição: O cavaleiro distribui o cosmo pelo interior de seu corpo, alterando o modus operandi de seu cérebro, bem como de seu sistema nervoso, a fim de conduzir-se a um estado em que suas emoções e dores físicas são completamente suprimidas (apesar de não senti-los, os danos físicos são os mesmos). É como se, de uma só vez, tornasse-se um psicopata com a síndrome de Riley-Dey.<p>
Essa habilidade, porém, pode trazer consequências perigosas. Uma vez que fora desenvolvida para formar assassinos, tem por intuito transformá-los em máquinas de matar. Isso porque o uso continuado e por grandes períodos pode definitivamente modificar o cérebro de seus usuários, transformando-os em autênticos psicopatas. Para evitar o destino de seus antecessores, Eolos criou um sistema em que programa seu cérebro para interromper a habilidade automaticamente assim que a condição pré-estabelecida tenha se concretizado. Por exemplo, pode pré-condicionar seu cérebro para que a habilidade se interrompa a partir da morte de sua vítima.<p>
Para ativar esse estado, o cavaleiro sofre com uma rápida e leve onda de dor que lhe atravessa todo o corpo.

</ul>

<p><br><span style="font-size:18pt;font-family: Curlz MT;line-height:100%">II.</b></span>

<p><ul>
Nome: Domínio do Vento
<br>Tipo: Outro
<br>Gasto: Baixo
<br>Descrição: Eolos pode tanto controlar o vento ao redor (alcance máximo de 40m²) como conferir a seu próprio cosmo propriedade de vento. Por óbvio se infere que lhe seja possível influenciar as correntes de ar, alterando direção e intensidade, além de fazer seu próprio cosmo soprar como ventania. A fim de exemplificar o uso da habilidade, segue a categorização:<p>
<ul><li><b>Voo:</b> Capacidade de manipular as correntes de ar ao redor de seu corpo, ou de criar correntes de ar a partir de seu cosmo, para voar. É possível usar o vento como propulsão para decolar, bem como flutuar, planar e voar em alta velocidade. A altura máxima de voo é de 20m e sua velocidade máxima é bem inferior à velocidade máxima do tier.</li>
<li><b>Passo Leve:</b> Capacidade de manipular o vento para “pisar no ar”. Reunindo o vento nalgum ponto e fazendo-o estourar em seguida, Eolos pode usar o ar como propulsão para dar mais versatilidade aos seus movimentos.</li>
<li><b>Ventania Afiada:</b> Capacidade de comprimir o ar em alta velocidade criando lâminas de vento.</li></ul>

</ul>

<p><br><span style="font-size:18pt;font-family: Curlz MT;line-height:100%">III.</b></span>

<p><ul>
Nome: Cosmo Pestilento
<br>Tipo: Ofensiva
<br>Gasto: Baixo
<br>Descrição: Eolos foi instruído a cultivar bactérias utilizando seu cosmo até o ponto em que a natureza desses seres microscópicos fosse incorporada à essência de seu cosmo, de modo que sua própria cosmo-energia tornara-se, por natureza, infecciosa. Assim, enquanto queima, o cosmo de Eolos manifesta uma proliferação pululante de partículas invisíveis a olho nu que viajam pelo ar silenciosamente. Há dois tipos de “bactérias cósmicas” que podem ser geradas: 1) as <i><u>bactérias sépticas</u></i>, que agem nas feridas da vítima embarcando na corrente sanguínea a fim de alcançar cérebro, pulmões e órgãos abdominais, de modo que seu sucesso em alcançar as áreas supracitadas gera uma resposta do sistema imunológico que danifica o próprio corpo (os sintomas comuns são febre alta (hipertermia), pele quente e ruborizada, elevada frequência cardíaca, hiperventilação, estado mental alterado, inchaço (edema) e queda da pressão sanguínea (hipotensão)); 2) e as <i><u>bactérias famélicas</u></i>, que ao contrário do que se pode pensar, não afetam o corpo, mas agem diretamente sobre o cosmo do oponente alimentando-se de sua cosmo-energia. Nesse caso pode-se considerar que o cosmo de Eolos atua como um Cosmo Canibal, uma vez que em contato com o cosmo de seu inimigo passa a devorá-lo.<p>
Alcance máximo de 30m²; os efeitos e a gravidade da infecção ao encargo do Narrador.

</ul>

<p><br><span style="font-size:18pt;font-family: Curlz MT;line-height:100%">IV.</b></span>

<p><ul>
Nome: Mitridatismo
<br>Tipo: Defensiva
<br>Gasto: Nulo
<br>Descrição: Em virtude de seu treinamento como assassino, Eolos foi submetido a doses não letais de uma grande variedade de venenos a fim de que seu corpo desenvolvesse anticorpos cada vez mais eficientes. Como resultado, o cavaleiro possui uma grande resistência a venenos e toxinas os mais variados, dos quais quando não é imune, ao menos pode suportá-los em níveis bastante superiores ao natural.

</ul>

<p><br><b><span style="font-size:26pt;font-family: Edwardian Script ITC;line-height:100%">História</b></span>

<p><p>
<ul><div style="text-indent: 15px;"> Nascido em Rodório, Eolos era só um garoto comum que adorava vadiar pelas vielas do vilarejo aprontando todas com seus párias. Quanto isso, inúmeras foram as vezes em que “o pequeno demônio de Rodório” e sua trupe renderam dores de cabeça à sua mãe, o ouvido para todas aquelas reclamações. Sobre ela, chamava-se Eulália, a gentil Eulália, e dividia seu tempo entre a lavoura, os afazeres de casa e às peripécias do filho. Cléomaco, seu pai, por outro lado, era um soldado raso que servia ao Santuário, um homem fortemente apegado à disciplina militar e incuravelmente frustrado por ter fracassado na disputa por uma armadura de bronze quando ainda era jovem. Como todo bom pai, transmitia para o filho o fardo de realizar seus sonhos mortos, coisa que não escondia de ninguém. Com Eolos chegando aos 6 anos de idade, a pressão de Cléomaco para levá-lo ao Santuário e torná-lo um aspirante só aumentava, ao tempo em que as estripulias do petiz não diminuíam. Logo Eulália não seria mais capaz de proteger seu infante baderneiro.<p>
Um dia chegou a notícia de que Eolos havia posto, inadvertidamente, um bolo de bosta de cavalo fresquinho dentro do capacete de um guarda do Santuário, um sentinela diligente conhecido por suas vigílias indispensáveis para a segurança dos nobres cidadãos de Rodório, como ele mesmo fazia questão de frisar. Era conhecido, também, por dormir durante as vigílias, mas isso não importava. Aquela teria sido a gota d’água e o fim das aventuras do pequeno demônio. Naquele mesmo dia, a despeito do pranto de sua mãe, o pai o levaria à força para que iniciasse sua vida de aspirante.<p>
Infelizmente, o menino não era bom nisso também. Tinha talento, era verdade, mas longe de seus antigos amiguinhos e de sua mãe custava-lhe aceitar a nova realidade, por isso negligenciava a rotina e com frequência escapulia dos treinamentos para dormir numa pilastra qualquer deitada pelo tempo. As notícias enervavam seu pai, mas àquela altura ele já não estava ao seu alcance. Aliás, parecia fora de alcance para qualquer um. Ainda que os treinos fossem severos, os tutores pelos quais ele passou dividiam-se entre os que não podiam domá-lo e os que não tinham interesse nenhum em ter o trabalho de domar um ninguém, filho de soldado raso, talentoso, é verdade, mas nada de extraordinário. Por fim, como o pai implorava para que não fosse devolvido, restou a derradeira alternativa: a Colina das Adagas.<p>
A Colina das Adagas, como o nome diz, era uma colina. Afastada da zona principal do Santuário, era tão soturna que mais parecia fantasmagórica. Havia apenas um caminho rústico, curvado, delimitado por duas linhas de pedras pequenas, que levava até o topo. Não era tão alta quanto uma montanha, pois, como dito, era uma colina, mas ninguém se atrevia por aquelas bandas. Uma aura tenebrosa a circundava. Era, de fato, um ponto inóspito, destino dos piores aprendizes e, por isso mesmo, indigno para a maioria deles, ou talvez assim pensasse a maioria. A colina era coroada por um grande templo, do porte de uma Casa Zodiacal, e foi diante dela que o pequeno Eolos, já pelos 8 anos, foi largado. Seu condutor, que não gostava de falar, apenas deixou-o por lá, sem eira nem beira, deu-lhe as costas e foi embora, e se não falava com a boca, muito menos falava com as costas. O templo era escuro e pouco se podia adivinhar. Por fim, quando um vento gelado animou seus ossos e sentenciou que nada poderia ficar pior, Eolos apoiou no ombro a vara de que pendia sua pequena trouxa de roupas e adentrou o local sumindo na escuridão. Seguiu pelo piso de mármore, atravessando o átrio até alcançar uma grande pira. Olhou para os lados, nada disse nem assobiou, jogou a trouxa no chão, fê-la de travesseiro e dormiu. Típico. Acordou com o som dos chicotes. A verdade era que aquele lugar era sede de uma longa linhagem de assassinos subordinada ao Santuário, que justo por fazer o trabalho sujo e, para a maioria, indecoroso, restava-lhe apenas, além da prata da casa, os aspiras indisciplinados rejeitados por seus mestres.<p>
A Colina das Adagas era famosa pela frieza de seus residentes. Dizia-se que lá era a morada do demônio e que todos que tinham por destino a Colina das Adagas tinham seu coração devorado por ele e sua humanidade era extinta e transformavam-se em monstros sem moral. Havia quem defendesse – os mais corajosos – o fim da Colina das Adagas, argumentando que tudo quanto existia lá era diretamente contrário aos valores defendidos pela deusa Atena. Embora essa pauta tenha sido reivindicada ao longo dos tempos, ela nunca foi de fato atendida, porque aquele era o mundo dos adultos, onde, não raramente, o único modo de fazer a coisa certa é apelar pelo modo errado. Para além dessas questões sem importância, a natureza dos boatos era uma arte antiga, denominada de Sangue-frio, que conferia a seus usuários a capacidade de suprimir emoções e dores físicas por um determinado espaço de tempo. Ocorria que o uso continuado podia alterar definitivamente os indivíduos, levando-os a um estágio permanente similar à psicopatia. No fim, os homens treinados na Colina das Adagas se tornavam não mais que ferramentas de matar, sempre dispostos a eliminar suas vítimas sem questionamentos. Alguns até mesmo se sagravam cavaleiros.<p>
É claro, os treinos eram cruéis. O grão-mestre Alamut há muito já havia sucumbido à psicopatia induzida e exigia o mesmo de seus treinandos. Destes, um dos mais promissores era Eolos. Primeiro, claro, por uma certa predisposição ao Cosmo, mas especialmente por sua natureza despreocupada. Para ele era natural manter a cabeça limpa. Carecia de aflições, não era do tipo melancólico, tinha confiança em seus instintos e, por isso, mais facilidade para tornar-se senhor de sua mente. O controle da própria mente, ao passo em que se impunha como um entrave à obediência (principalmente à obediência cega), era por sua vez essencial ao domínio adequado da arte do Sangue-frio e, nesse sentido, Eolos era realmente o melhor. Entretanto, havia algumas complicações de ordem emocional. Primeiro, a mãe, que não via há anos, depois, Helena. Helena era filha de Alamut e conforme se aproximava de Eolos, agora já por volta dos 13 anos, mais desejava abandonar a Colina das Adagas. <p>
Escondidos de Alamut, Eolos e Helena estreitavam sua relação e, aos poucos, criavam um laço poderoso entre si, mas quanto mais esse laço crescia, mais temiam as consequências do treinamento. A ideia de que um dia se tornariam assassinos frios e de que teriam de ver morrer aquele sentimento os castigava como a pior das tragédias. Sem alternativa, decidiram escapar. Pensavam em recorrer ao Grande Mestre, a algum cavaleiro de prestígio ou a qualquer outro que pudesse ajudá-los, afinal estavam abandonando apenas a Colina das Adagas e não o Santuário. Não desejavam para si o crime de deserção. Tudo daria certo. Partiram. Naquela noite chovia forte e no início tudo correu como o esperado, mas a Colina das Adagas era o destino final de Helena. Ali nascera e ali morreria. Na descida foram interceptados por Alamut que, sem pestanejar, matou a filha em um único golpe. O velho assassino sabia de tudo, por isso facilitara a fuga do templo. Era parte do plano. Helena não era das mais promissoras, mas Eolos, por outro lado, era o discípulo mais prodigioso daquela leva. Para que se tornasse o assassino perfeito, antes era necessário, de uma só vez, eliminar qualquer resquício de fraqueza e provocar-lhe uma dor tão intensa que não pensasse em outra coisa no mundo senão em abandonar seu coração, apagar aquelas emoções, desejar com todas as forças o alento de nunca mais sentir.<p>
O combate entre mestre e aluno corria unilateral. Este, obscurecido por seus sentimentos, não encontrava discernimento para seus golpes. Alamut insistia para que Eolos renunciasse à dor, que o único meio de vingar sua amada seria justamente abandonar os sentimentos que tinha por ela. Quando Eolos finalmente cedeu, ativando Sangue-frio, não demorou para que atravessasse o peito de seu mentor. Tudo ocorrera num único movimento, simples, rápido e limpo. Naquele momento, a armadura de Lagarto, que dormia no templo, voou em direção do rapazote ensanguentado, cobrindo-lhe. Mas aquela ainda não tinha sido a derrota de Alamut, que sorria com a ferida mortal no regozijo de ter dado vida à sua maior criação. A derrota veio somente quando Eolos, afastando-se de seu algoz, tomou o corpo de Helena em seus braços e derramou sobre ela a primeira lágrima.<p>
Depois daquilo, a história estava quase encerrada. O cadáver de Alamut seria encontrado com o rosto congelado pela raiva. Quanto a Eolos, quem quer que observasse a cena, teria visto sua sombra dobrada e medonha, armadurada, a capa ao vento, a amada morta nos braços enquanto descia a colina em passos sentidos. Choraria por todo o caminho ladeado de pequenas pedras até o cemitério de Rodório. Lá encontraria os túmulos de Eulália e Cléomaco. Lá enterraria também Helena. No fim, com a última pá de terra, não lhe restava nada mais no mundo senão apresentar-se diante do Grande Mestre.</div>



</ul>

<p><br><b><span style="font-size:26pt;font-family: Edwardian Script ITC;line-height:100%">Conteúdo Extra</b></span>

<p>
<ul>Após ter se apresentado ao Grande Mestre, Eolos exigiu o fim da Colina das Adagas. Agrios, segundo conselhos, concordou em demolir o lugar em troca de seus serviços como assassino.<p>
Devido à péssima reputação dentro do Santuário, Eolos passou a ser chamado de Sicário e desenvolveu a arte secreta de desviar de pedras e tomates voadores. <p>
Cemitério e cigarro são com ele mesmo.

</ul>


<br><hr>
<div style="width:375; text-align: center; color: #969696">Template by JC @ Santuário RPG</div>


</div></div></div></center>[/dohtml]


Jan 26 2018, 01:48 PM

Dados do Personagem - Ok. Altere o Rank para Alfa.

Aparência - Ok. Melhore a descrição, coisas como "Uma garota rara que mantém a sua beleza de narcisa" e '[...] ela parece uma mulher que vivia na época nórdica" não fazem sentido. Melhore isso.

Personalidade - Revisar. Aconselho que refaça a descrição da personalidade completamente, pois a mesma não faz sentido e acaba se contradizendo o tempo todo (Como ela pode ser confiante se não consegue superar um trauma? Ou ser emotiva e indiferente? Sendo que um é o antônimo do outro).

Faculdades - Revisar. Só foram distribuídos 20pts, ainda possui 3 sobrando.


Técnicas Especiais

Nome: O Urro do Aldebarã - Revisar. É necessário revisar a técnica por completo. Visto o que é explicado mais abaixo, nas Habilidades, acerca da natureza do cosmo da personagem. Será necessário escolher entre as duas manifestações e adicionar a mesma. Explique melhor o que a técnica faz, pois está confuso. Ela golpeia com os punhos imbuídos de cosmo? Dispara golpes a distância? Além de querer acrescentar diversos efeitos em uma única técnica de gasto baixo. Defina todos esses pontos, acrescente uma área de alcance adequada, lembrando que pela natureza da técnica afetará apenas 01 alvo por vez. Saliento que a Habilidade "A Lendária Lutadora Aldebarã" não garante nenhum bônus, apenas especifica que a personagem possui proficiência em uma profissão (lutadora).

Nome: Silêncio Absoluto - Revisar. Defina um gasto fixo para a técnica, Médio ou Alto. Feito isso defina a área de alcance máximo, 50m² (médio) ou 80m² (alto). Alguns pontos requerem atenção, assumindo que escolha o domínio do elemento gelo para sua personagem, para a descrição da mecânica da técnica. Primeiro: neblina são nuvens próximas ou em contato com o solo, assim sendo elas não precipitam na forma de chuva. Retire essa parte e acrescente que a personagem resfria as gotículas de água com seu cosmo para criar as estacas de gelo. As mesmas podem variar de tamanho e quantidade, mas o dano sempre será fixo. Retire o controle livre sobre os cristais de gelo, ela poderá disparar em linha reta uma rajada deles em direção de um alvo dentro da área limite, podendo decidir a direção da qual a mesma virá. Acrescente que a técnica precisa de 01 turno para ser conjurada e adicione um gasto Baixo para manutenção da mesma. Sendo que a técnica se desfaz caso seja quebrada ou a personagem não tenha cosmo suficiente para mantê-la, ficando a encargo da narração sua efetividade levando-se em consideração as variáveis da narração e respeitando-se as diferenças entre Ranks e Tiers.

Nome: A Fúria da Natureza - Vetado. Técnica está mal desenvolvida e condensa diversos efeitos em s. Disparar projéteis de três direções distintas, que deixam o alvo "lento e incapaz" de se defender sem explicação alguma, sem uma área de alcance máxima ou quantidade de alvos e ainda poder se mover livremente enquanto dispara os projéteis? Acho absurdo e totalmente sem lógica. Refaça a técnica, levando em consideração a escolha de elemento para o cosmo da personagem que cito mais abaixo. Se atentando para a mecânica da técnica e adequação dentro das regras de Sistema.

Nome: Nevasca da Ira - Vetada. Uma chuva de flecha em área que cria "icebergs" e congela tudo que toca? É sério? A técnica está Vetada, aconselho a refazê-la por completo. Defina um gasto fixo para a técnica, Médio ou Alto. Feito isso defina a área de alcance máximo, 50m (médio) ou 80m (alto) em linha reta. Se desejar manter o efeito de congelamento gradativo, terá que definir melhor como o mesmo acontece. Apenas um alvo poderá ser afetado pelo mesmo, mantendo-se a necessidade de 3 turnos para que haja um congelamento completo. Podendo ser interrompido antes da sua execução. De forma que cada turno contará com uma quantidade de dano e o dano final será contabilizado pela soma dos três turnos. Sendo necessário acertar os três golpes para que o mesmo ocorra.

Nome: O Desespero de Dafne - Vetada. Novamente, uma técnica exagerada, sem lógica e que condensa diversos efeitos em si. Imobilizar diversos alvos, causar constrição, além de dano por perfuração/corte, sem área de alcance máximo, sem número máximo de turnos, absorver cosmo e ainda passar para a personagem? Totalmente absurdo, não se adequando minimamente dentro das regras de Sistema e demais mecânicas. Volto a citar sobre a escolha de domínio elemental aqui. Caso opte pelo domínio de plantas, terá que repensar toda a técnica de forma a deixá-la apta para uma avaliação.

Habilidades

Nome: A Miragem do Inverno - Vetado. A Habilidade não faz sentido, como o controle da temperatura daria a capacidade para a personagem criar ilusões distorcendo a luz e parando a propagação do som? Dizendo em seguida que ela cria névoa para distração. Condensando assim duas habilidades em uma: controle sobre a luz e controle sobre o som. Defina melhor o que quer com essa habilidade, se deseja o controle climático através do cosmo (adicionando assim propriedades de elemento a ele), uma habilidade para criar ilusões, controle sobre a luz ou controle sobre o som. Explicando como a mesma funciona de maneira clara, constando área máxima de alcance e limitações da mesma. Lembrando que esse tipo de Habilidade sempre terá gasto Baixo e não Nulo.

Nome: A Filha do Neve - Revisar. Altere o gasto para Baixo, defina a área de alcance máximo para 40m². Acrescente que a mesma só pode criar 5 objetos de baixa ou média complexidade por vez, sendo a encargo da narração. Lembrando que os mesmos não possuem resistência equivalente a do Tier da personagem. Objetos de alta complexidade só serão permitidos em Técnicas.

Nome: A Lendária Lutadora Aldebarã - Ok. Mude o tipo para Profissão.

Nome: A Ira do Aldebarã. - Vetado. Desenvolva melhor a Habilidade. Dizer simplesmente que ela aumenta força, velocidade e resistência é extremamente vago. Escolha apenas 01 atributo para receber o boost. Explique como o mesmo funciona em termos de mecânica, especificando esse ganho dentro das regras propostas dentro do Sistema (sendo que o mesmo será algo extremamente sutil por ser tratar de uma Habilidade, não representando um ganho absurdo de poder). Gastos para esse tipo de Habilidade sempre será Baixo.

Nome: A Filha da Natureza -Vetado. Em Habilidade anterior já definiu a natureza do seu cosmo a um elemento (Gelo), de forma que não é possível possuir mais de um elemento associado simplesmente por treinar em determinada condição. Será preciso se decidir com qual das duas pretende ficar e refazer a Habilidade preterida para preenchimento do slot.

História - Revisar. A história está desnecessariamente longa e cansativa de se ler. Perde-se muito tempo com uma contextualização dos primeiros anos da personagem (Algo que apenas um paragrafo bastaria, visto que nada acrescenta de fato e só vem trazer uma "carga melodramática"), em detrimento do treinamento de fato para se tornar uma amazona. Apenas um parágrafo conta, parcamente, como foi o treinamento. Sendo que este nem ao menos explica rasamente como ela desenvolveu suas habilidades. Os seguintes pontos devem ser revisados com atenção:
  • Um cirurgião de renome, por mais que esteja em um situação-limite, não abandonaria uma cirurgia em andamento (O mesmo nem ao menos seria informado sobre o que está ocorrendo até que a cirurgia seja finalizada. Tão pouco seria autorizado a entrar em cirurgia estando visivelmente alcoolizado e sob efeito de drogas;
  • Estou ciente que estamos lidando com um mundo de fantasia, mas ainda assim alguns pontos tendem a ser mais condizentes com a realidade. Uma federação esportiva, como o UFC no caso, nunca promoveria uma luta entre categorias masculino x feminino. Mesmo que o público "clame" por isso. Pois vai contra toda uma organização e regras que visam regulamentar o esporte e sua promoção. Assim como dar a vitoria e um cinturão de campeão a uma atleta que não parou de golpear um adversário, mesmo ele estando desacordado. No mínimo ela seria desclassificada;
  • Ela não demonstrou nenhum grande domínio cósmico ao longo da história que pudesse motivar um ex-cavaleiro a tomá-la como sua "sucessora", ainda mais levando em consideração a idade avançada da mesma;
  • Nas avaliações para fichas de gold, como um todo, estando prezando por uma melhor descrição de como os personagens alcançaram o 7º sentido. Levando em consideração que esse é um evento marcante.
Considerações Gerais:

A ficha dá uma impressão de estar inacabada, seguindo um conceito mal desenvolvido que parece mais uma amalgama de coisas que não se complementam e tão pouco criam uma totalidade. Criando aquele impressão de "colcha de retalhos" advinda de um brainstorm. Aconselho a repensar o conceito como um todo, levando em consideração o que pretende com a personagem e o fio-condutor que deseja para tal. Pois a história e tec/habs não se interligam de forma coesa.

Prazo para entrega das correções: 02/02/18

Dúvidas, estou a disposição por PM.

Jan 25 2018, 11:07 AM
Antes de tudo, me desculpe pelo atraso na avaliação. Acabei ficando um pouco sem tempo para fazê-lo dentro do prazo.


Dados do Personagem - Ok

Aparência - Ok
Personalidade - Ok

Faculdades - Ok

Característica Especial - Ok. Lembrando que a mesma não esconde o cosmo, podendo ainda sim ser detectado.

Técnicas Especiais

Nome: Turbilhão de Mármore - Ok. Acrescente alcance máximo de 40m em linha reta para um único alvo. E que a soma final do dano ficará a encargo da narração, considerando-se as variáveis do combate e respeitando-se as diferenças de rank.

Nome: Baluarte de Vento - Ok. Acrescente alcance máximo de 40m².

Nome: Balão Surpresa - Ok. Defina o alcance máximo de 30m em linha reta para um único alvo.

Nome: Devorador Tácito - Ok. Defina o alcance máximo de 30m². Salientando que a eficiência das mesmas diminui a medida que tenta afetar múltiplos alvos. Acrescente também o adendo que a queima de cosmo pode fazer com que as bactérias sejam destruídas quando se há grande diferença entre ranks e demais variáveis de campo, ficando a encargo da narração. Podendo ser interrompida antes dos 03 turnos.

Nome: Ventos de Tormenta - Ok. Defina o alcance máximo em linha reta de 30m para um único alvo.

Habilidades

[bNome: Sangue-frio [/b] - OK. Acrescente apenas, com fins de clareza, que apesar de não sentir dor os danos são iguais. Podendo inclusive ser uma faca de dois gumes, pois o Cavaleiro não perceberia um ferimento grave. Assim com ainda pode ser susceptível a Técnicas/Habilidades que venham a afetar a mente do mesmo, respeitando-se as variáveis da narração e diferenças de rank.

Nome: Domínio do Vento - Revisar. Acrescente o alcance máximo de 40m². Altere também a aplicação para Voo, o char poderá se levantar até 20m do chão com a habilidade. Se sustentando enquanto emana o cosmo, porém a velocidade de voo será bem inferior a velocidade máxima do tier. Dada que não é uma movimentação "natural" do mesmo.

Nome: Cosmo Pestilento - Revisar. Acrescente uma área d alcance máximo de 30m² e defina que os efeitos e gravidade da infecção ficarão a encargo da narração, respeitando-se as variáveis e diferenças entre ranks.

[/LIST]Nome: Mitridatismo - Ok. Altere apenas o tipo dela para Suporte.

História - Ok.

Considerações Gerais:

Uma ficha simples e bem construída, com apenas alguns pequenos acertos a serem feitos para ser aprovada.

Prazo para entrega das correções: 01/02/18

Dúvidas, estou a disposição por PM.

Jan 15 2018, 11:43 AM

Dados do Personagem - Ok

Aparência - Ok
Personalidade - Ok

Faculdades - Ok


Técnicas Especiais

Nome: Vastavika Domena (Domínio/Território Real) - Revisar. Defina um gasto cósmico fixo, de acordo com a nível que desejar, incluindo um gasto de manutenção (Baixo) para manter a área, podendo aumentar para no máximo 30g. Acrescente que a influência da mesma se dá respeitando-se as diferenças de tiers, sendo que os alvos podem resistir a mesma queimando seu cosmo. Ficando a encargo da narração os efeitos.

Nome: Sira Reraya (Rugido do Leão) - Revisar. Tendo em vista que não existe técnica indefensável e nem defesa impenetrável, acrescente que a técnica pode desacelerar uma técnica ou pará-la. Respeitando-se as diferenças de níveis de força e demais variáveis, ficando a encargo da narração o quão eficiente a mesma será.

Nome: Sabsigeta Gama (Subjulgar) - Revisar. Acrescente uma área máxima de alcance de 80m em linha reta para um único alvo. Além de acrescentar que os objetos dentro de uma área de 40m de diâmetro a partir do alvo serão atraídos. Retire a parte sobre fragmentar montanhas, pois está extremamente exagerado. Acrescente que a técnica terá duração de 03 turnos, podendo ser interrompida antes disso, adicionando que a diferença de tiers e variáveis de campo deverão ser respeitada e ficará a encargo da narração o quão efetiva a mesma será. Valendo para a "imobilização" e "esmagamento" do mesmo.

Lembrando que a aceleração dos diferentes objetos será diferente, variando de acordo com seu tamanho e massa. Assim como poderão ter sua trajetória interrompida por técnicas defensivas e barreiras físicas provenientes de cosmo, dada a diferença de poderes (Encargo da narração).

Nome: Patti Garna (Despojar) - Vetado. A técnica não possui fundamento algum, visto que arrancar a armadura de um Cavaleiro é praticamente impossível, ainda mais com um gasto "Médio". Já que as mesmas não são objetos ordinários desprovidos de vontade, o que gera uma relação "simbiótica" entre a mesma e seu usuário. No máximo vimos diademas e elmos se desprendendo em combate devido a impactos, já que são peças com menor "aderência".

Nome:Gumanasama Akasiya (Domo Celeste) - Revisar. Adicione uma área alcance máximo 50m² para o que será atraído. Excluindo-se qualquer elemento de origem cósmica e adversários. Acrescente que não há nenhum acréscimo na resistência dos materiais usados para a defesa, se tratando que uma defesa ordinária. Sendo sua eficácia determinada pelas variáveis do combate e a encargo da narração.

Nome: Nirnaya Dina (Dia do Julgamento) - Vetado. Uma chuva de meteoros em velocidade superior, sem área de alcance máximo, sem número máximo de hits, sem necessidade de Turnos para concentrar e capaz de atingir múltiplos alvos livremente ignorando defesas. Esta técnica está bem absurda, claramente visando ser um Hitkill. Aconselho a repensar completamente o conceito, pois o veto se mantém quanto a qualquer coisa do gênero.

Habilidades

Nome: Controle Gravitacional - Revisar. Acrescente gasto baixo, Tipo Suporte. Retire a parte "à uma distância de até 300m do usuário", sendo que o controle só se dá dentro da área de alcance máximo. Ultrapassando-se esse limite, qualquer influência do cosmo é perdida e a gravidade passa a agir normalmente. Acrescente que a área fica em 3G ou em 0G, não sendo possível adicionar gravidades a diferentes a objetos distintos. Ou acrescente um número máximo de alvos para que isso seja feito, incluindo o próprio char nessa contagem.

Nome: Cosmo Invisível - Ok. Como explicado na habilidade, ele continuará sendo sentido normalmente, apesar de não poder ser enxergado.

Nome: Forças Básicas (Atração e Repulsão) - Revisar. Acrescente área de alcance máximo de 80m em linha reta para um único alvo e gasto Baixo. Acrescentando que a eficiência da mesma se dá a encargo da narração, respeitando-se as diferenças de tiers e demais váriaveis.


Nome: Corpo Fechado - Revisar. Tal conceito infere que a mobilidade do Cavaleiro será igualmente prejudicada por esse efeito da gravidade sobre seu corpo, se tornando ligeiramente mais lento do que os outros membros do Tier 3. Acrescente isso na habilidade.

História - Revisar. A história está bem longa e cansativa de se ler, visto que algumas partes poderiam ser descritas de forma mais sucinta. Se focando mais em passagens mais marcantes na construção do personagem. Como a Armadura de Leão já possui uma lore dentro do universo do forum, é necessário especificar com qual idade o mesmo a adquiriu. Determinando a quanto tempo possui tal posição, visto também a idade atípica do char.

Considerações Gerais:

Um conceito um tanto "megalomaníaco" com técnicas e habilidades bem quebradas, não se encaixando na mecânica do Sistema. Sugiro que revise com cuidado todos os pontos abordados, se possível lendo as avaliações anteriores, para que se adequem dentro da proposta do Sistema. Prezamos por um ambiente em que as fichas são equilibradas, fazendo com que a eficiência das mesmas se dê de acordo com as competências in game dos players. Técnicas "Hitkill" ou "Auto Aim" serão sumariamente vetadas.

Prazo para entrega das correções: 22/01/18

Dúvidas, estou a disposição por PM.

Jan 8 2018, 10:39 AM
[dohtml]<link href='http://fonts.googleapis.com/css?family=Oswald|Francois+One|Roboto

+Condensed' rel='stylesheet' type='text/css'><center><div style="width: 540px; padding:

0px; background-image: url(); border: 25px #1d1a1b solid">

<div style="width:500px; background-color: #0f0d0e; padding: 20px">

<div style="height: 20px;"></div><div style="width: 490px; font-family: cambria; font-size: 13px; text-align: justify;">

<p><br><b><span style="font-size:26pt;font-family: Edwardian Script ITC;line-height:100%">Dados do Personagem</b></span>

<p>
<ul>Nome: Sekhet
<br>Idade: 14/07/1998
<br>Raça: Humana
<br>Sexo: Feminino
<br>Nacionalidade: Egito
<br>Ordem: Aspirante do Santuário de Atena
<br>Ranque: Delta
<br>Armadura: -
</ul>

<p><br><b><span style="font-size:26pt;font-family: Edwardian Script ITC;line-height:100%">Aparência</b></span>
<p>

<center></center>
<ul>As singelas e delicadas formas de Sekhet distribuem-se em um corpo sinuoso: esguio, longilíneo, ainda que harmonioso. Sua altura permeia aos 1,76m, enquanto seu peso aproxima-se de 60kg, conferindo à ela uma silhueta de sugestiva fragilidade. A pele é áurea, atípica para a região donde vem, mas seu cabelo é de um negro tão intenso quanto a escuridão primordial. Os olhos reluzem em esmeraldina cor, quase etéreos tão forte é seu brilho e intensa coloração. Em tons rosados se fazem lábios e maçãs do rosto. Não possui uma única tatuagem em seu corpo, nem mesmo marcas de nascença ou de criação. Sua infância moderada a isentou de tais improvisos. Por outro lado, sua origem a imbuiu com um apreço imenso por brincos, colares, anéis e muitos piercings distribuídos pelo corpo. Desta forma, temos que constantemente ela aparece bem ornada, principalmente com adereços em dourado junto às melenas negras, ostentando algumas esmeraldas que fazem vezes de flores no mar de ébano, que bem prende em trança, alcançando a linha abaixo do quadril em comprimento. Os piercings visíveis se reservam às orelhas, na lateral do nariz e junto à sobrancelha direita, em formas de argolas. Suas vestes costumam ser negras e composta de saias longas ou curtas. O busto em geral é coberto apenas em seu entorno, deixando assim o torso da jovem semi-desnudo, em geral. Pode ou não usar luvas negras e longas (acima dos cotovelos), bem como um manto sobre os ombros e que confere alguma proteção para as costas, porém é comum não serem fechados na parte frontal, dando a visão do corpo que reluz suavemente pelo bálsamo oleoso com que o reveste. O olhar é outra constante em seu aspecto: traz uma serenidade com suaves requintes de melancolia e não obstante seu sorriso pode ser raro e tão discreto que passa despercebido aos menos atentos.

</ul>

<p><br><b><span style="font-size:26pt;font-family: Edwardian Script ITC;line-height:100%">Personalidade</b></span>

<p>
<ul>Tal qual pequenino colibri, Sekhet possui uma personalidade silente, amena e quase cerimonial no trato. Ou esta é a primeira impressão que causa. Devido ao seu olhar de suave melancolia, tudo que se tem dela vem em igual tom. É amigável e atenciosa, porém reservada e apreciadora do silêncio circunstancial. É leal, mas sua voz não se ergue facilmente para a isso proclamar. Não há também o que a divirta particular e constantemente, podendo apreciar os mais diversos momentos mesmo que a partilha disso não se dê mais do que por um olhar, gesto ou brando sorriso. De alguma maneira, sente que o Santuário e seu atual clima soturno são consoante com seu próprio espírito. Não obstante, há um sentimento de incompletude intrínseco, que a leva naturalmente a querer percorrer os ditames de Justiça e Fé na Humanidade que pregam os Santos da Deusa, ao mesmo tempo em que busca compreender a essência humana de ser, a evolução do mundo. Por outro lado, detesta extravagâncias e costuma evitar situações que a coloquem em evidência, trazendo um curioso desbalanço em sua jornada para tornar-se uma Santa de Athena. Não encontra facilmente pares dentre homens e mulheres com quem convive; isto é, não consegue enxergar outrem como uma criatura de mesma natureza, gostos e atitudes - e isso não é restrito ao lado íntimo ou sexual, mas ao todo. Particularmente, ela não explora sua feminilidade, nem mesmo pratica o saborear dos prazeres mundanos e carnais, levando uma vida de peculiar e exótico sacerdócio. Tal circunstância não a faz mais simpatizante ou a acalora em relação ao Grande Mestre, figura que viu não mais do que um par de vezes, ao longe. Assim, tem-se que Sekhet é uma figura desconhecida, mesmo entre os seus aliados e por isso mesmo pouco lembrada, atrasando seu desenvolvimento e maturação das suas habilidades cósmicas.
</ul>

<p><br><b><span style="font-size:26pt;font-family: Edwardian Script ITC;line-height:100%">Status Vitais</b></span>

<p>
<ul><span style="font-size:22pt;font-family: Edwardian Script ITC;line-height:100%">Vida:</b></span> 100%

<p><span style="font-size:22pt;font-family: Edwardian Script ITC;line-height:100%">Cosmo:</b></span> 100%

</ul>

<p><br><b><span style="font-size:26pt;font-family: Edwardian Script ITC;line-height:100%">Status Cósmicos</b></span>

<p>
<ul>Sentidos Dominados: Audição, Paladar, Olfato, Tato, Visão.
<br>Velocidade Padrão: Velocidade Subsônica (500km/h), ou 5m/s em combate.
<br>Potencial de Carga & Impacto: 5 toneladas.
<br>Potencial Explosivo: 1/2 quiloton em até 5 metros de raio.

<p>Evolução: As evoluções do cosmo/sentidos devem ser registradas aqui pela Staff.
</ul>

<p><br><b><span style="font-size:26pt;font-family: Edwardian Script ITC;line-height:100%">Faculdades</b></span>

<p>
<ul>Conhecimento: C
<br>Constituição: E
<br>Destreza: E
<br>Energia: D
<br>Habilidade: C
<br>Mentalidade: E
</ul>

<p><br><b><span style="font-size:26pt;font-family: Edwardian Script ITC;line-height:100%">Armadura</b></span>

<p>
<ul>Nome: -
<br>Tier: T0
<br>Vitalidade: 100%
<br>Divisão de Dano: Protege 1/10 (10%) do Dano.
<br>Dureza: Absorve 1% Vitalidade de Dano.

<p>Característica Especial: -
</ul>

<p><br><b><span style="font-size:26pt;font-family: Edwardian Script ITC;line-height:100%">Técnicas Especiais</b></span>

<p>
<p><br><span style="font-size:18pt;font-family: Curlz MT;line-height:100%">I.</b></span>

<ul>
Nome: Tayar Alfaragh (Stream Void)
<br>Tipo: Defensiva / Ofensiva
<br>Gasto: Alto
<br>Descrição: Reunindo seu domínio sobre o elemento ar com a sua Virtualidade, Sekhet é capaz de conjurar um poderoso fluxo de vento, que circula em uma área de 10m³, tendo-a no centro do evento. As correntes de ar furiosas são afiadas o bastante para tornarem-se cortantes contra quem se lançar contra elas, porém o intuito maior desta técnica vai além. Especialmente forte contra projéteis e energias de toda sorte de origem, esta corrente de ar é revestida por um padrão distorcido, invisível aos olhos, de modo que ao invés de se chocar contra a barreira de ar e chegar à Sekhet, a distorção rebate e desvia o ataque para um novo alvo, que pode ser quem o lançou ou não, desde que não esteja além de 10m³ da personagem. Evidentemente, para a execução desta técnica, ela deve permanecer parada desde o momento em que a conjurar; isto é, ela permanece executando uma delicada dança para fortalecer sua comunhão com o ar e a virtualidade, mas não pode percorrer distâncias, sair do círculo projetado no invisível. Dura por até 3 turnos e não impede que energias e forças superiores ao tier da personagem consigam escapar parcialmente e a acertá-la, se não realizar um movimento de desvio - o que geraria a posterior interrupção da técnica.

</ul>

<p><br><span style="font-size:18pt;font-family: Curlz MT;line-height:100%">II.</b></span>

<ul>
Nome: Alnafs Al'akhir (Last Breath)
<br>Tipo: Ofensiva
<br>Gasto: Médio
<br>Descrição: O que pode um ser humano fazer sem o ar que o alimenta? Há um requinte de crueldade nesta técnica, onde a jovem egípcia se concentra e permanece conjurando o ar que habita o corpo de um oponente. O chamado é especialmente caro e atrativo ao elemento, que reage como que ligado à personagem: uma extensão de seus braços e pernas enquanto dança e que quer voltar ao aconchego do corpo a que serve. Obviamente, a técnica não trata-se de simples sufocamento, tampouco pretende tirar a vida do adversário pura e simplesmente. Vai além disso: o ar que sai, tem tamanho ímpeto que o dilacera de dentro para fora, podendo sair não apenas pelo nariz e boca, mas de todo o corpo da vítima (sejam orifícios anatômicos ou da própria pele, mesmo) tamanho magnetismo se dá entre Sekhet e o Ar. A natural consequência é o sangramento intenso das regiões afetadas por essa fuga alucinada, em afiados veios de ar. A falta de ar é também uma ocorrência possível e lógica, certamente, mas está mais para uma tortura do que uma sentença de morte. A jovem sacerdotisa lança o ataque e o pode sustentar pelas duas rodadas seguintes, através de um gasto elementar (muito baixo) de cosmo, mantendo sua concentração ou optar por um único rompante decisivo, aplicando o dano em único turno. A área de alcance é de 12m, em linha reta.

</ul>

<p><br><span style="font-size:18pt;font-family: Curlz MT;line-height:100%">III.</b></span>

<ul>Slot reservado para desenvolvimento de 01 técnica dentro do jogo.

</ul>


<p><br><b><span style="font-size:26pt;font-family: Edwardian Script ITC;line-height:100%">Habilidades</b></span>

<p>
<p><br><span style="font-size:18pt;font-family: Curlz MT;line-height:100%">I.</b></span>

<p><ul>
Nome: Al'iimkania (Virtualidade)
<br>Tipo: Efeito / Suporte
<br>Gasto: Nulo (passiva) / Baixo (parte ativa)
<br>Descrição: Matematicamente, o espaço é uma ilusão; um constructo. Portanto, sob essa perspectiva e teoria, objetos, pessoas e lugares não ocupam verdadeiramente um espaço. O que ocorre é que apresentam um padrão e o “espaço” determina as relações de diferentes padrões entre si. Ao pensar desta forma, torna-se mais aplicável a dobra ao espaço ou desviar-se dele, convenientemente. Ainda que de forma branda dado o seu rank, Sekhet pode invocar ou manipular padrões similares de objetos ou locais, pois duas coisas que se tocam compartilham traços da conexão que estabelecem e a Virtualidade garante à jovem um relativo controle. Como este é um conceito por demais abstrato, são estabelecidos alguns exemplos de uso:
<p>
  • Precisão e intuição quanto à distâncias ou áreas, detectando qualquer perturbação no padrão, como um teletransporte (ou famigerados buracos negros falsos, que o cosmo possa gerar). Também tem uma vaga possibilidade de determinar tamanho ou distância de algum ser e/ou objeto, além de identificar a ocorrência de uma peculiaridade ou uma “coincidência estranha”; isto é, se foi um evento manipulado ou mera ação do destino. Por evento manipulado se quer tratar de incidentes fomentados pelo cosmo ou controle elemental através dele: se uma tempestade de raios foi natural ou se alguém deflagrou-a de sorrateira forma, sem que seu cosmo fosse detectado. Alcance sugerido: até 500m para percepções quando concentrada; até 200 metros sem concentração. A resposta de seu dom é sempre vaga, não podendo saber com precisão o que ocorreu. As possibilidades e efeito alcançado ficam a critério da narração.</p>
    <p>
  • Ao acreditar no espaço como algo manipulável, é possível (e sob intensa concentração) projetar a mente para outros lugares, conectando-se à ele e expandindo seus sentidos para lá. Conhecendo o padrão de determinado local ou objeto, poderia também construir proteções contra espionagem ou aporte (como teletransporte), se detivesse um rank maior e poder para tal. Alcance: até 300m, com concentração total.</p>



    <p>
  • Dobrando e distorcendo o espaço, pode ignorar volumes e conceitos de arcos e ângulos momentaneamente. Por exemplo: uma cadeira de tamanho normal pode ser ampliada duas vezes seu tamanho ou uma arma pode ser “dobrada”, atingindo aquele que a dispara, pois a bala viaja pelo espaço distorcido e segue por uma linha diferente criada pela distorção. Sugestão: objetos que não excedam 50 quilos; projéteis e similares que não estejam acima da velocidade do rank da personagem. Área de alcance: 20m²</p>



    <p>
  • Pode ainda manipular os padrões de diferentes locais, de maneira que reflitam o próprio padrão do cosmo de Sekhet; isto é: pode parecer vir de múltiplos locais dentro de uma área ao mesmo tempo ou, com muito esforço, dentro de duas áreas, ao dobrar o espaço e sobrepô-lo (o que não altera fisicamente nenhum deles). Assim, alguém que perceba ela e sua energia cósmica terá que descobrir onde verdadeiramente ela está, porquanto parecerá que está em mais lugares. Área de atuação: raio de 15m.</p>
<p>Obviamente, as características supracitadas serão sempre mediadas pelo entendimento do narrador, que levará em consideração o rank atual da personagem. </p>

</ul>

<p><br><span style="font-size:18pt;font-family: Curlz MT;line-height:100%">II.</b></span>

<p><ul>
Nome: Sayidat Alhawa' (Senhora dos Ventos)
<br>Tipo: Suporte
<br>Gasto: Baixo
<br>Descrição: Permite tanto a criação de correntes de ar a partir do uso de cosmo, quanto o controle sobre o ar que cerceia a personagem. Sekhet, particularmente, possui um controle muito fino e preciso sobre o elemento, pois com ele nasceu em comunhão e naturalmente o rege. Há uma importante relação a ser explicitada: velocidade e potência exigem maior concentração e isto há de passar pelo crivo da narração, que definirá como alcançado ou não. É possível ainda elevar-se discretamente do solo, porém sua movimentação será lenta, como um leve flutuar, sem alcançar grandes alturas (menos de um metro do solo). Um último uso pode ser para o combate, concentrando “rajadas de vento” contra um oponente e caso seja um convocar da mesma força (um elemental do vento), efeitos provenientes do elemento puro (sem uso de cosmo) são menos efetivos; dano e efeito que pode vir a causar ficam a cargo da interpretação do narrador da cena em questão. Área de atuação máxima: 12m².


</ul>

<p><br><span style="font-size:18pt;font-family: Curlz MT;line-height:100%">III.</b></span>

<p><ul>
Nome: Mezm Alkhati Hashun (Tear da linha mais frágil)
<br>Tipo: Suporte
<br>Gasto: Variável
<br>Descrição: Este dom permite a Sekhet que se entrelace e entrelace o padrão de ressonância do alvo, de modo que consiga fazer com que o estado daquele que ela trata retorne à um momento anterior. Uma ferida que antes não existia e agora representa um perigo imenso, começa lentamente a reverter, até deixar de existir. Uma maldição lançada alcança similar efeito, bem como um veneno tende a desaparecer do organismo como se nunca houvesse adentrado. Mesmo um alvo que tenha recebido um dano letal, se Sekhet o ajudar imediantamente (aqui entende-se: o turno imediatamente seguinte ao do dano) ela tem uma chance de conseguir reverter a morte, ao evitar que a essência do indivíduo disperse de imediato, como quem estanca um sangramento Efetivamente, é imprescindível que haja concentração e cuidado por parte da aspirante, o que a impossibilita de atuar no meio da batalha, normalmente. Dentro dessas possibilidades, a palavra final do efeito alcançado é do narrador, baseando-se no rank e na complexidade da ação realizada. O alvo não pode distar mais de 10m da personagem e o tempo pode variar de acordo com a necessidade de cuidado, o que pode fazer com que seja interrompido ou não a habilidade por eventos que acometam sobre Sekhet.

</ul>

<p><br><b><span style="font-size:26pt;font-family: Edwardian Script ITC;line-height:100%">História</b></span>

<p>
<ul><p>Precisar os detalhes do nascimento de Sekhet não é apenas inconveniente, como também impossível. Com poucos dias de vida – ou o que se acredita – foi encontrada junto de uma senil velha, prestes a derramar seu sangue, nas ruínas do templo de Mut. Seus gritos ecoantes conduziram guardas até o local e constataram que a criança estava marcada de sangue, além de completamente molhada. A velha, fora de si, entre risos de desespero, confirmava que havia tirado a criança do lago sagrado, recém nascida e aquele sangue deveria ser o da mãe. Ora, qual sangue resiste à uma imersão em lago, da mesma forma que uma criança tão imatura sobrevive ao afogamento? Uma mãe nunca foi encontrada, a louca foi presa. A criança, alvo da curiosidade e fertilidade da mente dos turístas, foi levada por servas do Karnak. Sua irmandade a criaria, para o sacerdócio que ainda sustentavam – secreto e, portanto, desconhecido aos olhos do mundo. Muitos ciclos se passaram e mesmo com quatro anos, Sekhet não se comunicava. Não mais do que em muito delicados piados, que rendeu-lhe a alcunha de pequena ave – ou colibri, para uma das guardas estrangeiras. Ao mesmo tempo, era também frágil como uma flor... E a única composição que poderia abrigar tal beleza e silêncio era um jardim. Sekhet, portanto, haveria de ser seu nome e como um pequeno recinto de modesta paz haveriam de edificar seu íntimo.</p>

<p>Aquele cuidado tenro e fraternal parecia agradar aos deuses do Karnak, que abençoaram a menina com dons tão especiais e fortes que pareavam com as donzelas sacerdotizas mais velhas, levando-a a aprender mais cedo rituais, orações... E a interferir de modo brando e justo no mundo. Esses ensinamentos fizeram florescer uma prematura sabedoria – intensa, profunda – na garota que entrava em sua adolescência. Espalhava-a como pólem, soprando ditames tão puros quanto se podia esperar da mais alta sacerdotisa. E as vezes, os soprava literalmente, pois pouco a pouco os ventos começaram a cerceá-la, acompanha-la e a obedecer. Dançava com eles como se fossem criaturas tão vivas quanto ela. Espíritos, dizia, invisíveis a quem já não tinha a alma sensível ao que vem do alto. De análoga forma, os saberes que cresciam em seu íntimo transbordavam num entendimento elevado sobre o mundo: o tear da existência e da vida e morte. Canalizar isso, doutrinar e expandir conhecimentos tão singulares passou a ser árdua tarefa para as senhoras da casta mais elevada, inclusive. Simultânea à essa dificuldade, boatos muitos começaram a atravessar as terras egípcias, quanto a homens e mulheres excepcionais que vagavam pelo mundo. Até mesmo um príncipe versado em elevada arte que procurou abrigo no seio do deserto! Vulcões que ganhavam vida! Sekhet sentia o peito inflamar e disparar com tais relatos, mas não sentia que deveria partir e vagar pelo mundo. Mesmo que sua alma sempre clamasse por algo que estava muito além do território egípcio, muito além de qualquer limite mundano. As vezes, era como se sentisse falta de si mesma. Como podia ganhar o mundo quando se perdia em algo tão incompreensível? As vezes a resposta vem com o tempo; as vezes, o tempo não se importa com as perguntas.</p>

<p>Quando mal completara dezesseis anos, em meio à noite, o recinto onde viviam as suas irmãs foi invadido. Não por homens e mulheres... Animais ou qualquer natureza similar. Era fruto do anti-natural, afronta das mais vis à qualquer vida e criação. Não tinham forma precisa, ainda que em sua amorfa silhueta se comportassem como humanóides seres. Uma a uma as sacerdotisas começaram a serem mortas, sem que houvesse tempo para compreensão. Buscavam algo? Procuravam alguma coisa, talvez, sim! Ou apenas queriam alimentar a terra com sangue! Sekhet, destemida, acorreu no encalço das irmãs. Aos prantos orou no silêncio do seu coração e pediu iluminação, força. Que Amonet a ajudasse, pois em seu templo moravam! O corpo aquesceu, reluziu em âmbar cor! Ganhou força e intensificou o que podia fazer... Mas estava longe de ser o bastante. “Salve-se, criança, salve a Grande Mãe! Vá” – foi-lhe ordenado e assim ela fez. Levou a grã-sacerdotisa, mãe de todas elas pelos secretos caminhos que interligavam os templos sob o Karnak. Carregou-a com o fervor de sua lealdade, em nome das irmãs que morriam sem explicação. Parou apenas quando o corpo já não aguentava-se em pé, desfalecendo. Em meio a pesadelos despertou, vendo a Grande Mãe cuidar de si, com lágrimas já secas ainda marcando a face.</p>

<p>”O que presenciamos hoje, pequena Sekhet, não é infundado. Tudo tem uma razão de ser. Mas o que vi em você, me fez ter esperança – ainda que me doa o que é preciso ser feito. Nos separaremos, menina. Contudo saibas que é neste caminho bifurcado que nossa linhagem sobreviverá."
"Seja leal como uma criança. <br>Ame com a pureza de uma donzela. <br>Ensine com a dedicação de uma mãe. <br>E, acima de tudo, tenha a dignidade, benevolência e destreza de uma governante.
<br>Somente assim tuas irmãs viverão em ti, para sempre. Viverei contigo, ainda que não seja a mim que falte em teu coração. Procure o que a completa, Sekhet. Floresça sempre mais, minha criança.”


<p>Confusa foram as palavras, ainda mais para quem sentia o atordoamento de uma força recém desperta, maior do que seu corpo podia aguentar. Mais tarde, quando foi entregue para um misterioso viajante que ocultava parte de seu rosto, veio a saber que seria entregue num Santuário onde seus poderes poderiam se ampliar. Ele próprio não tinha essência humana, ainda que fosse tão semelhante a qualquer um. Na viagem de alguns dias, ouviu sobre a Deusa – que pareceu-lhe tão familiar e ligada a si a ponto de a assustar. Ouviu também sobre o lemuriano, o cosmo e seus feitos. Seus milagres. Estava sendo enviada para crescer, espalhar-se em ramos novos e criar o mais florido jardim em sua alma – quiçá, um dia, possa estar entre irmãs uma vez mais e já não será miúda demais para as defender. Não mais.</p>
</ul>

<p><br><b><span style="font-size:26pt;font-family: Edwardian Script ITC;line-height:100%">Conteúdo Extra</b></span>

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<ul>Sabaoth foi quem levou Sekhet para o Santuário. Os lemurianos partilhavam seus mistérios e crenças místicas com a Grã-Sacerdotisa do Karnak. Em meio ao contato, deixou-os saber de Sekhet e seus dons excepcionais. Lahar sentiu-se impelido a ajudar aquela humana e, portanto, enviou o pedido de que Sabaoth a buscasse e levasse para o Santuário, sem que ninguém soubesse mais do que era necessário. A medida do Ancião pareceu atender à amizade que tinha com a anciã humana, ao mesmo tempo que não colocava seu povo e a posição de seu Palácio em risco. Se um dia ela for digna, quem sabe receba o convite para com os lemurianos aprender. Por enquanto, está a salvo e aprendendo mais sobre o cosmo.
</ul>


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